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Especialistas debatem produtividade e desenvolvimento

por publicado: 30/01/2014 21h00 última modificação: 24/07/2015 16h09

Intenção é identificar obstáculos e oportunidades para o aumento da produtividade nacional de modo compatível com a inclusão

O Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), em conjunto com o Centro de Altos Estudos Brasil Século XXI, reuniram-se nesta sexta-feira (31), para debater o ritmo de crescimento da economia brasileira. A Oficina Técnica: Produtividade e Desenvolvimento aconteceu na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio de Janeiro (RJ).

O objetivo da reunião foi contribuir na elaboração de uma agenda alternativa para promover o aumento da produtividade de modo compatível com o desenvolvimento inclusivo. A intenção é que o Brasil possa modificar positivamente o padrão de inserção na economia internacional.

As discussões foram separadas em quatro mesas temáticas. O secretário executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luiz Antonio Elias, é o coordenador do painel "Crescimento econômico e expansão sustentada da produtividade: uma abordagem não ortodoxa", com apresentações do presidente do CGEE, Mariano Laplane, e do economista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Ricardo Bielschowsky.

A assessora técnica do CGEE, Mayra Juruá, destaca a importância de se elaborar uma agenda que identifique claramente os obstáculos e as oportunidades existentes para aumentar os índices de produtividade nacional. "Esse aumento é essencial para melhorar a competitividade e para aumentar a capacidade de produzir no Brasil os bens e serviços indispensáveis para atingir o nível de bem-estar almejado pela população brasileira", afirma.

Foram convidados para participar dos debates representantes de diversas instituições, como o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea); Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG);  Fundação Perseu Abramo;  Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação