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Academia do Software Público Brasileiro é lançada durante evento do SISP

por publicado: 18/11/2013 21h00 última modificação: 24/07/2015 16h09

Projeto integra as soluções do portal com cursos de universidade federal

Integrar o Portal do Software Público Brasileiro (SPB) com universidades federais para promover o desenvolvimento, expansão e também gerar inovações nas soluções disponibilizadas no sítio. Este é o objetivo da Academia do SPB, lançada oficialmente nesta terça-feira, 19, durante a nona edição do Seminário Anual do Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação, o SISP. A primeira instituição educacional a assinar acordo de cooperação com o Ministério do Planejamento (MP) foi a Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF).

A secretária-adjunta de logística e tecnologia da informação, Nazaré Bretas, explica que o novo ambiente virtual tem a intenção de estimular, divulgar e fazer com que os alunos de educação superior tenham condições de trabalhar com as ferramentas do SPB. "Se um aluno conseguir resolver uma falha dentro de uma solução que é usada por uma prefeitura, ele colabora e ajuda diretamente com um trabalho que pode ser utilizado por outras prefeituras e órgãos públicos também", exemplifica Bretas.

A primeira ação proposta pela UNIVASF dentro da Academia SPB foi um projeto de extensão para o desenvolvimento de capacitações e disciplinas voltadas para a formação de gestores públicos municipais. Em seguida, a universidade propôs a disciplina Núcleo Temático do SPB, onde os alunos são desafiados a intervir nas comunidades do portal. "Queremos estabelecer ciclos de desenvolvimento para a evolução das soluções disponíveis", explica João Sedraz, professor do curso de Engenharia de Computação da UNIVASF.

De acordo com a secretária-adjunta, a Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) deve abrir uma chamada pública para que outras instituições de educação superior participem do projeto. "Queremos trazer outras universidades para o modelo feito pela UNIVASF, com uma disciplina obrigatória onde 50 alunos produzem conhecimento e aprendem dentro de um núcleo temático", relata Bretas.

Os alunos que participarem da Academia SPB poderão realizar trabalhos de conclusão de curso; projetos de iniciação científica, tecnológica e também de extensão; fazer estágios supervisionados; e até mesmo criar empresas voltadas para a prestação de serviços a órgãos públicos baseados nas ferramentas eletrônicas do portal.

Além do lançamento, o Seminário do SISP promoverá até quarta-feira o debate em cinco salas temáticas. Serão abordados temas como Escolas de Governo na Formação da Área de TI; o SISP e as Empresas Públicas; Dados Abertos; e Segurança Cibernética do SISP. Mais informações estão disponíveis no portal do sistema.