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SERGIO
MENDONÇA FALA SOBRE GESTÃO DE PESSOAL NO SERVIÇO
PÚBLICO
Brasília,
20/10/2005 - Na abertura do segundo dia do III Encontro
Nacional de Dirigentes de Recursos Humanos do SIPEC, o Secretário
de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento
Sérgio Mendonça, defendeu uma Política
Nacional de Gestão de Pessoas, um tema cada vez mais
atual e que constantemente tem integrado a pauta de discussões
do atual governo.
Segundo
Sérgio Mendonça, a possibilidade de uma mudança
das bases conceituais que culminaria na substituição
dos setores de Recursos Humanos para o moderno sistema de
Gestão de Pessoas, é uma tendência que
pode significar uma revolução do sistema de
gestão que hoje é aplicado aos quase 500 mil
servidores federais.
Essa
mudança, representaria a passagem de um sistema considerado
hoje centralizador, burocrático, severamente hierárquico,
para outro que prevê a desburocratização
e participação direta e ativa do servidor
público nas ações diretas do governo
à população.
Um dado
importante destacado pelo Secretário é o de
que a reforma da previdência realizada em 2003 pelo
atual governo, vai possibilitar que o Estado aposente mais
de 250 mil servidores por tempo de serviço. Com isso,
além de possibilitar a reestruturação
e renovação do sistema, abre uma gama de possibilidades
de concursos públicos aos cidadãos interessados
em ingressar nos quadros do Governo Federal.
Uma
outra ação prioritária da Secretaria
de Recursos Humanos é o preenchimento dos cargos
terceirizados por funcionários concursados conforme
determinado pelo Tribunal de Contas da União (TCU).
O Secretário
fez questão de enfatizar, que um dos principais objetivos
do Governo do Presidente Lula é constituir um quadro
de funcionários públicos com uma força
de trabalho qualificada e flexível, detentores das
novas tecnologias disponíveis no mercado. Para isso,
Sérgio Mendonça acredita que a participação
multilateral é uma das grandes armas para a otimização
de um serviço tão essencial. "A participação
e união de todos os servidores, gestores e da sociedade
para diagnosticar as falhas do sistema são vitais
para a resolução de problemas gerados dentro
do funcionalismo. A desvalorização do servidor,
apenas serve para desmotivá-los e de nada adianta.
É preciso que se trave um dialogo com todos os segmentos
para que possa se promover à otimização
do serviço", disse ele.
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